Quem tem medo do Carnaval?

Calor extremo de fazer o cidadão se derreter em desmaios. Água que não fica fria por mais de cinco minutos. Sol batendo forte na cara, obrigando o protetor solar a pedir abrigo. Gente por todos os lados, grudando e desgrudando. Grudando mais que desgrudando.

Por muito tempo, essa foi a minha concepção do que era Carnaval. Quando pequena, não havia um ano que eu escapasse às ladeiras de Olinda, às marchinhas de frevo, às fantasias que a minha mãe escolhia (incluindo aí um ano em que saí de vaca – sim, o mamífero ruminante) e àquela maluquice sem justificativa. Essas experiências acabaram por me tornar avessa ao maior feriado do ano e, na adolescência, tudo o que eu pedia era pra que me deixassem em casa ao abrigo do Sol e do lado de um ventilador rotatório. Hoje, continuo não sendo corajosa o suficiente para encarar Olinda – nem no sábado. Mas encotrei alguns motivos para tornar, pra mim e do meu jeito, o Carnaval em algo ao menos… interessante.

No fim das contas é tudo desculpa para se fantasiar, fotografar e fazer experimentos. Bem, o que posso dizer? Este ano não foi nada mal.

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Jaraguá Folia 2013
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